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Aparas vão virar vapor!

Resíduo gerado pelo processo produtivo irá alimentar nova caldeira da Gráfica
 
 

A equipe de Engenharia foi a fundo e desenvolveu projeto para implantar na Gráfica uma caldeira movida a aparas - até onde temos informação, a primeira nesse gênero no Brasil. Hoje, o equipamento funciona a gás natural e lança na atmosfera cerca de oito mil toneladas de gases de efeito estufa/ano na atmosfera - os GEE.

A Gráfica precisa do vapor produzido pela caldeira para a Impressão Rotogravura, Estações de Recuperação de Solvente (Recúperos), o restaurante, os vestiários e outros. "Com a substituição, reduziremos à metade a emissão de GEE (no escopo um, aquele de responsabilidade exclusiva da Abril)", explica Daniel Fernandes, da área de Engenharia. Além disso, a empresa reutilizará a aparas como um combustível o que hoje é um dos resíduos de seu processo produtivo.

Outro plano é construir uma nova Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). Com ela, a Gráfica irá reduzir em 50% o consumo de água potável e 70% do volume de esgoto - irá usar água de reuso para a torre de resfriamento. "Segundo cálculos, o investimento nesses dois projetos se paga em menos de dois anos", avisa Daniel.

Com a aprovação da CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - e da Prefeitura da Cidade de São Paulo  já foram iniciadas as obras para a construção de dois prédios, um para a Caldeira e outro para a nova ETE.

15/08/2012

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